James Harvey King

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James Harvey King

Mensagem  KAOz em Sex Jan 18, 2013 10:43 pm

James Harvey King

Origem

Minha autoria, inspirado em animes como Black Cat, Cawboy bebop, Deadman Wonderland.

Tendência

Pavio curto, inconsequente, orgulhoso.

Descrição física

James é um inglês robusto, de estatura mediana, os músculos ao longo do corpo bem definidos. Seu rosto é quente, de um homem adulto, 28 anos; seus olhos são de uma cor azul pálido, quase cinza; possui uma barba cerrada e sobrancelhas medianas; seu cabelo escuro e cheio, lhe cai até o topo da nuca, cortado na altura das orelhas, uma delas, possui dois brincos de argola de prata, um ao lado do outro. King tem um sorriso cativante que deixa as mulheres loucas, algo que lhe confere o perfil de um sedutor. Seu visual quase nunca muda. A camisa regata, calça jeans, coturnos e jaqueta de couro sempre estão presentes variando em tons escuros, de preferência. Possui um coldre nas costas, na parte mais próxima da cintura, onde guarda sua pistola, que fica propositalmente inclinada para facilitar na hora do saque.

Descrição psicológica

James é um cara do bem, mas não possui piedade com aqueles que ele julgue “cuzões”. Às vezes também faz coisas ruins com pessoas que não merecem, mas isso é por conta de seu temperamento. É sincero, mas do que deveria, e como um bom caçador de recompensa, às vezes desconfia da própria sombra. As amizades que faz, no entanto, são duradouras e quase todas se mantiveram firme. É um cara humilde e prefere estar com pessoas humildes também. As recompensas altas que pega muitas vezes é mais pelo prestígio do que pela grana. Gosta de mulheres, mas não consegue ficar muito tempo com a mesma. Seu pavio é curto demais para aturá-las.

James é novo e cheio de si. Tem coragem de sobra e costuma avançar mais do que recuar, o que muitas vezes é um problema. Quando esta muito puto, sua terapia é o cigarro e a pistola. É frequente gastar um pente inteiro ao nada no meio da noite. Não possui muitas ambições, apensa vive sua vida. Conhece poucos de sua família e não nutre muito amor por eles, a não ser por seu tio Bronwen, do Buraco de Minhoca. Sabe sobre seu pai, mas não toca no assunto, isso o incomoda. Talvez seja a coisa que mais lhe incomode.

Universo

Planeta terra, 1973. O mundo se encontra em seu áuge de violência e ganância por parte dos homens. O povo humilde sofre nas ruas enquanto inúmeras organizações e político corrúptos se banqueteiam em ouro e poder. O homem passou a entrar na cadeia alimentar como seu próprio predador e as coisas não param por ai. Em busca do topo, homens ricos contratam mercenários para fazerem seus serviços sujos. Novas gangues se formam todos os dias, acolhendo refugiados e criminosos sem lar. Os caçadores de recompensas se multiplicaram nos últimos anos, depois que o governo e algumas ornagizações que visam a paz tomaram a providência de pagar muito bem por cabeças fora do corpo.

A paz é feita com uma pistola na cintura, e aqueles que discordam disso possuem alguém armado 24h como protetor. O mundo anda e nada numa maré vermelha e agitada, onde cada passo em falso pode custar a vida. E Tudo isso só piora quando menciona-se o fato de que muitos homens desenvolvem poderes sobrenaturais diariamente com causas que ainda são absolutamente desconhecidas.

História

James Harvey King é um caçador de recompensas. E isso quer dizer que sua vida depende de conseguir ou não essas recompensas. Há quem diga que ele poderia seguir outros caminhos, mas seu próprio destino provou que não. Seu pai era um, sua mãe era uma. Seu tio, seu avô, seus amigos. Todas as pessoas ao seu redor eram. Estava no sangue, fervendo.
Tudo começou aos cinco anos, quando se mudou para casa do tio em Londres e passou a ajudá-lo em seu pequeno bordel, um local frequentado por caçadores de recompensa e mercenários que iam e vinham em busca de contratos, aventuras, troca de favores, e uma bela mulher para aquecer a cama. “O Buraco de Minhoca” é como o chamavam. Apesar do nome estranho, o Buraco de Minhoca vendia a melhor cerveja que James já tomara na vida, e foi lá que aprendeu muito e ainda mais sobre o que significa caçar um homem.

Cresceu em meio a segredos e histórias, e muito disso se deve por culpa das garotas... As garotas do buraco de minhoca se deitavam com os caçadores de recompensa e consequentemente sabiam de coisas que não deveriam saber. Durante o dia, muitas vezes, as garotas conversavam abertamente umas com as outras enquanto esperavam pelos seus primeiros clientes. Acostumadas com a presença de James, nunca se esforçaram para manter a fofoca longe do menino e, ainda que quisessem, seria difícil esconder algo daquele ouvidos. Inevitavelmente, James presenciava muitas das conversas do tio enquanto enchia os copos durante aquelas reuniões. Soube de seu pai, soube de sua mãe e soube também sobre o tio. Também soube mais sobre si mesmo. Soube principalmente que aquele não era o seu lugar, que não desejava ser o dono de um puteiro no lugar de seu tio.

James Harvey King cresceu rápido e logo começou a ganhar a amizade de muitos homens que conhecera durante seus dias de serviço. James, nessa época, envolveu-se com o comércio de armas, instruído pelo próprio tio, que fornecia secretamente a mercadoria para alguns clientes do bordel. Em pouco tempo virou especialista no assunto, e começou a praticar quando ganhou sua primeira pistola aos 18. As garotas do buraco de minhoca olhavam-no diferente a cada ano que passava, e não demorou muito para começar a se esgueirar em suas camas durante a noite. Seu tio sabia, mas não reclamava. James quase não cobrava pelos seus serviços e o relacionamento dos dois era bastante estável.

Quando completou 20 anos, James só trabalhava com as armas, e já era um dos melhores pistoleiros da redondeza, apesar de quase ninguém saber disso. Nesse tempo, conheceu o velho Ben, um armeiro aposentado que na juventude produzira armas para grandes caçadores como Jack Negro, Barba grossa, e Leo, o pardo. O velho Ben nutria amizade pelo garoto, que lhe lembrava da personalidade de um antigo amigo e, com o tempo, passou a lhe ensinar a sua arte, como cada pistola era feita nos mínimos detalhes, e James pareceu aprender muito bem. Menos de um ano depois já vendia suas próprias armas para os fregueses do buraco de minhoca, e foi ai que começou a ser chamado de Young Bullet, tanto por sua habilidade de concertar e fabricar armas, quanto por sua pontaria. Nesse mesmo período, James se deparou com a primeira manifestação de seus poderes. Por mais histórias que James já tivesse ouvido... Aquilo era algo novo e assustador. Havia algo em seu sangue, algo que o fazia diferente. Mantinha aquilo em segredo tanto quanto podia, mas seu tio Bronwen de algum modo sabia...

No verão de 1968, novas garotas foram contratadas para a temporada e o clima em Londres mudou de maneira radical. A gangue do criminoso Bonito Chuck, que antes fazia suas merdas em Dublin, Swords e Clondalkin, na Irlanda, havia se mudado pala lá, e agora assombravam as ruas de toda a capital e cidades vizinhas também. Como consequência, surgiram alianças entre as maiores gangues de Londres, o que acarretou em mais e mais crimes contra a sociedade. Com a intervenção do exército da Inglaterra, os conflitos estavam cada vez piores, e as paredes do Buraco de Minhoca já não tinham mais espaço para tantos cartazes de recompensa. Homens de todo o mundo começaram a surgir em busca de glória ou ouro, e com as cabeças valendo tanto, até mesmo alguns clãs faziam suas aparições.

Neste ano, um estranho homem apareceu no bordel. Encarou James durante muito tempo, como se soubesse quem ele era. Seu tio logo o reconheceu e tratou com ele em pessoa. O homem se levantou silenciosamente, virou o resto da cerveja e saiu na noite. James aproveitou o movimento para sair pela porta dos fundos e seguir os passos do viajante, que logo sumiu entre as vielas. Quando pensou em retornar, surpreendeu-se com a figura do homem parado atrás de si. Estava prestes a sacar a pistola quando ele disse: “- James Harvey King. Então foi aqui?” Mirando na cabeça do sujeito, James exigiu saber quem ele era e o que queria dizer. O homem limitou-se a fechar os olhos, encostar-se a parede e começar a falar. Quando terminou, James já não apontava mais para ele. No fundo já sabia de tudo aquilo, de quem ele era e quem era seu pai, o que acontecera a sua mãe. Contudo, James vivia longe daquela realidade que há muito tempo havia deixado para trás, mas o destino parecia não querer que fosse assim... Seu sangue fervia.

Durante aquela semana o homem voltou a visitar o bordel e James conversava com ele contra a vontade do tio. Seu nome era Pierre Dumont, também conhecido como O Gárgula. Contou sobre seu passado e sua amizade com seu pai, Ryan King, e também falou sobre os poderes ocultos de James, como se soubesse de tudo. O convite de Pierre abrira novas portas para Young Bullet e isso remoeu por sua cabeça durante dias. Com os conflitos aumentando na cidade, Pierre teve de partir para resolver assuntos particulares, mas disse que voltaria em uma semana para saber a resposta de James. Cair na estrada com Pierre parecia ser loucura, mas porque gostava tanto da ideia? Sem saber o que fazer, James foi ter com Ben, mas encontrou sua casa vazia e, em cima da mesa, havia apenas uma maleta e um bilhete que dizia:

“Londres já não é mais uma cidade para um velho como eu. Deixo para você minha última obra. Esta arma foi feita contra a vontade dos deuses, provavelmente, mas quem liga? Quero dormir sabendo que você está acordando, Young Bullet.”

James abriu a maleta e contemplou a pistola mais bela que já algum dia já vira. Encaixou-a na mão sentindo seu peso e percebeu naquele instante que seria sua até que a morte os separasse. Sem nada mais que lhe prendesse àquela vida a não ser Bronwen, seu tio, decidiu partir com O Gárgula na noite de domingo, deixando apenas um bilhete para trás.
Os dois tiveram uma viagem calma até a África do Sul, onde Pierre possuía contatos de confiança. Ficaram hospedados na casa da velha Naná, uma negra de 80 anos que dizia poder ler o destino das pessoas. O Gárgula acreditava que a África do Sul era um ótimo país para se começar como caçador. Foi lá que ele mesmo começou. Ensinou a James os conceitos básicos e testou sua suas habilidades de pistoleiro durante seis longos meses, e durante esse período conseguiram três boas recompensas. O Gárgula nunca ajudava James durante a caça e quase nunca mostrava suas habilidades como lutador, mas sempre estava ali, entre as sombras, observando cada passo.

Depois da África do Sul, Pierre e James nunca paravam muito tempo em um único lugar. Foram para o Brasil, onde James fora baleado na coxa, e depois para a Argentina, Venezuela e México. Quando chegaram a Boston, já haviam se passado quase dois anos e os poderes ocultos de James começaram a se manifestar com mais frequência. Pierre então decidiu que aquele era o momento e local para James começar a controlar suas habilidades. Durante um ano, viveram uma rotina de treinos e caçadas noturnas sem fim. Pierre sumiu durante um mês inteiro naquela época e James acabou se apaixonando por uma caçadora de recompensas com quem ficou por mais de três meses. Seu nome era Judith, mas também a chamavam de Prata, uma coisinha bela, que atraía, mas que não compensava o risco. Judith possuía muito mais experiência do que James em quase todos os aspectos, e apesar de não admitir, isso o incomodava.

Quando Pierre começou a exigir mais de James, ouve uma briga. James queria tempo para ficar com a Prata, mas O Gargula estava apressado... Por alguma porra de motivo. Desde que havia voltado estava assim. Judith logo percebeu, e com um beijo de despedida sumiu na escuridão da cidade para nunca mais voltar. Esse foi o primeiro conflito entre os dois, o que levou a muitos outros dali pra frente.

Os dois se mudaram novamente. Dessa vez para ficar. Foram para França, onde O Gárgula nasceu e se criou. Lá, ficaram mais dois anos e meio antes da separação. Este foi um tempo conturbado. James discordava demais de Pierre e começou a não dar mais ouvidos ao que ele falava. Frequentava o Cinco Estações, um bar onde caçadores iam e vinham em busca de algo. James buscava algo também, mas não era o dinheiro. Precisava de um rumo... O Gárgula já havia feito tudo que pudia. Era hora de partir.

James começou a fumar e beber nessa época. Conheceu o jovem Saggin, que estava na cidade em busca de um homem. Os dois ficaram amigos e James o ajudou na caçada. O garoto era misterioso, mas James não se importava. Ambos tinham muito em comum, e aquela amizade passageira parecia agradar a ambos. Quando Saggin partiu, James sentiu que deveria ir também. Foi ter com O Gargula e como de costume, o maldito já sabia. A despedida foi dolorosa, mas ele não demonstrou isso. Ambos eram orgulhosos demais. O Gargula foi o pai que James nunca teve, e agora havia se tornado apenas um órfão novamente, indo em direção ao nada...


Habilidades

Gun Path
Desde que pegou em uma pistola pela primeira vez, James vêm aperfeiçoando sua habilidade de atirar. Isso significa que ele quase sempre acerta onde deseja. Além disso, consegue atirar com sua pistola calibre 50 com apenas uma mão, o que é algo quase inalcançável para alguém comum. Além de pontaria e perícia James também consegue recarregar e manusear suas armas com extrema rapidez. Também é perito no entendimento das armas e sabe produzir e concertar vários tipos de armas de fogo.


Blood Path
James Harvey King herdou os poderes de seu pai, e graças ao treinamento de Pierre, aprendeu a controlá-lo e fazer uso dele em batalha. A habilidade consiste na capacidade de controlar e moldar seu próprio sangue da maneira que desejar, podendo criar formas sólidas para ataque, defesa, posicionamento e etc.

James não precisa se ferir para fazer o sangue vazar. Seu corpo naturalmente abre veias e poros que permitem a passagem do sangue para o exterior. Essa capacidade de impulsão e repulsão do sangue, não dá imunidade e nem regeneração ao corpo. Se James for ferido, ele poderá controlar o sangue do ferimento, mas não poderá evitar a dor e nem os danos causados pela exposição da ferida.

Apesar de poder usar o sangue fora do corpo, James sofre todos os sintomas comuns da falta de sangue. Isso impede que ele exponha muito sangue para fora por muito tempo, podendo causar tonturas e até mesmo desmaios. Contudo, devido aos anos de treinamento, James é um pouco mais resistente que um ser humano comum a esses sintomas. Isso quer dizer que ele pode perder mais sangue do que uma pessoa comum, sem que apresente os devidos sintomas.

O controle do sangue permite que James o faça ir e vir para fora do corpo com grande velocidade e que flutue no ar como bem entender. Também pode dar velocidade ao sangue como se fosse controlado por telecinese. Essa velocidade pode chegar à velocidade de uma pedra pequena lançada por ele com as mãos e a força aplicada não é maior do que a própria força de James.

A moldura do sangue permite que James dê a ele a forma que desejar (uma lâmina, uma marreta, um escudo) e a solides também pode ser variada, chegando a algo quase tão resistente quanto o ferro (o sangue possui ferro). A precisão que James alcança depende da forma, mas em nenhum caso ele consegue controlar partículas invisíveis ao olho nu separadamente. Ou seja, ele precisa conseguir enxergar o que está controlando. James não pode moldar o sangue dentro do próprio corpo, ou seja, ele não pode fazer uma armadura interna para se proteger. Para moldar o sangue ele precisa expô-lo primeiro.
James possui maior controle do sangue através dos braços e pernas, limitando-se a formas mais simples quando expelido pelo resto do corpo.

Body Path
Ao mesmo ritmo que James treinava suas habilidades com o sangue, também treinava suas habilidades físicas. Possui uma agilidade bastante elevada para um ser humano, podendo saltar, esquivar, escalar e correr com bastante perícia. Também consegue se defender e realizar ataques com precisão devido ao treinamento das artes marciais.

Itens

Blasfêmia – Blasfêmia é uma pistola calibre 50. Foi a última arma desenvolvida por Ben antes de sua partida. A pistola é de um tom preto fosco, com alguns detalhes brilhantes, ligeiramente polidos. Seu cano é propositalmente longo, chegando ao dobro de tamanho de uma pistola convencional. Sua engrenagem foi feita nos mínimos detalhes por alguém que era... Digamos... Um tanto perfeccionista. Pode disparar 18 tiros antes de necessitar de recarga. Engatilha automaticamente a cada tiro. Possui uma trava na parte de trás. James a leva no coldre que fica posicionado na parte inferior das costas.

Munição – James possui dois pentes carregados, totalizando 36 balas extras, além das que ele já leva na pistola (18 balas). No segundo pente, cuja aparência é diferente, pois ao invés de ser preto como os outros dois, é de prata polida e brilhante. Também leva consigo um pequeno saco de pólvora, usado para auxílio em batalha.

Black Sheep – Uma motocicleta Harley Davidson, originalmente preta, com peças prateadas. Possui longos guidões, com um espelho redondo em cada ponta. Seus pneus são grossos e semigastos; possui dois canos de descarga feitos de pura prata e um tanque redondo e preto, meio achatado; seu banco de couro possui capacidade para dois passageiros, sendo que o segundo lugar fica um pouco acima do primeiro, numa espécie de relevo do acento.

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Re: James Harvey King

Mensagem  Gustavo M. em Sab Jan 19, 2013 3:37 pm

Achei muito show conhecer um universo tão rico quanto esse que vc criou pra esse personagem, além é claro, de o relacionar com o Saggin,o q tornou a história ainda mais fascinante...

A história, a descrição, tudo, combinou perfeitamente na minha opinião...

Mas sem querer ser incômodo, me pareceu q ele tá um pouco fraco pra ser utilizado aki, tem certeza de que ñ quer acrescentar mais nenhuma habilidade nele?

Tipo, uma capacidade de cura? Já q ele é capaz de controlar seu próprio sangue...

Bom, sobre o personagem em si, ñ tenho muito o q perguntar, tá bem descrito e explicado na ficha, só algumas dúvidas na habilidade do Blood Path:

Ele só consegue controlar o sangue dele ou dos outros tbm? Vc diz na ficha q ele pode tanto fazer sair quanto entrar seu sangue em seu corpo, isso só pode ser feito quando iniciado por ele ou tipo, supondo q alguém o machuque a ponto de ter muita perda de sangue, o sangue perdido, ele poderia fazer entrar em seu corpo novamente afim de repor a perda de sangue e evitar as consequências? Existe uma distância limite para o controle dele sobre o sangue ou uma gota de sangue dele disparada a uma grande distância ainda pode ser manejada por ele?

Acho q é só isso...=]
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Re: James Harvey King

Mensagem  ycarowr em Dom Jan 20, 2013 10:53 am

Quanto ao universo eu posso assumir que é o atual nos anos descritos ?

Realmente como o Gustavo falou parece um personagem mais fraco que o comum. O que não importa muito por que com a ficha aprovada o Thiago pode lutar com quem considerar do próprio nível.

É um digno personagem principal de filme de ação!

Gostei muito da ideia e quem sabe isso vire moda um dia. Fazer um personagem focado na interpretação, com poucas habilidades e uma história grande!

Só resolver as dúvidas do Gustavo e pra mim tá aprovado

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Re: James Harvey King

Mensagem  KAOz em Dom Jan 20, 2013 1:17 pm

Gustavo M. escreveu:

Bom, sobre o personagem em si, ñ tenho muito o q perguntar, tá bem descrito e explicado na ficha, só algumas dúvidas na habilidade do Blood Path:

Ele só consegue controlar o sangue dele ou dos outros tbm? Vc diz na ficha q ele pode tanto fazer sair quanto entrar seu sangue em seu corpo, isso só pode ser feito quando iniciado por ele ou tipo, supondo q alguém o machuque a ponto de ter muita perda de sangue, o sangue perdido, ele poderia fazer entrar em seu corpo novamente afim de repor a perda de sangue e evitar as consequências? Existe uma distância limite para o controle dele sobre o sangue ou uma gota de sangue dele disparada a uma grande distância ainda pode ser manejada por ele?

Acho q é só isso...=]

Achei que tinha ficado claro, mas vou melhorar a descrição. Sim, ele só pode controlar o sangue dele. E sim, ele pode fazer o sangue perdido por feridas voltar para dentro do corpo. A distância eu não havia pensado, mas vou colocar 100 metros de raio, acho que não vou precisar mais do que isso.

Ah, sim... Ele é um pouco "fraco", mas não tenho tanta certeza disso. Quero testar primeiro pra depois fazer algumas alterações, hehehehe...

E sobre o Saggin, não sei se vc viu, mas eu deletei a ficha dele... Vou remodelá-la porque eu não estava gostando da história, agora ele vai fazer parte do universo do James! =D
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Re: James Harvey King

Mensagem  KAOz em Dom Jan 20, 2013 1:25 pm

[MODIFICAÇÕES]

Blood Path
James Harvey King herdou os poderes de seu pai, e graças ao treinamento de Pierre, aprendeu a controlá-lo e fazer uso dele em batalha. A habilidade consiste na capacidade de controlar e moldar seu próprio sangue (nunca dos outros) da maneira que desejar, podendo criar formas sólidas para ataque, defesa, posicionamento e etc.

James não precisa se ferir para fazer o sangue vazar. Seu corpo naturalmente abre veias e poros que permitem a passagem do sangue para o exterior. Essa capacidade de impulsão e repulsão do sangue não dá imunidade e nem regeneração ao corpo. Se James for ferido, ele poderá controlar o sangue do ferimento, fazendo-o ficar dentro do corpo, mas não poderá evitar a dor e nem os danos causados pela exposição da ferida.

Apesar de poder usar o sangue fora do corpo, James sofre todos os sintomas comuns da falta de sangue. Isso impede que ele exponha muito sangue para fora por muito tempo, podendo causar tonturas e até mesmo desmaios. Contudo, devido aos anos de treinamento, James é um pouco mais resistente que um ser humano comum a esses sintomas. Isso quer dizer que ele pode perder mais sangue do que uma pessoa comum, sem que apresente os devidos sintomas.

O controle do sangue permite que James o faça ir e vir para fora do corpo num raio de 100 mentros com grande velocidade e que flutue no ar como bem entender. Também pode dar velocidade ao sangue como se fosse controlado por telecinese. Essa velocidade pode chegar à velocidade de uma pedra pequena lançada por ele com as mãos e a força aplicada não é maior do que a própria força de James.

A moldura do sangue permite que James dê a ele a forma que desejar (uma lâmina, uma marreta, um escudo) e a solides também pode ser variada, chegando a algo quase tão resistente quanto o ferro (o sangue possui ferro). A precisão que James alcança depende da forma, mas em nenhum caso ele consegue controlar partículas invisíveis ao olho nu separadamente. Ou seja, ele precisa conseguir enxergar o que está controlando. James não pode moldar o sangue dentro do próprio corpo, ou seja, ele não pode fazer uma armadura interna para se proteger. Para moldar o sangue ele precisa expô-lo primeiro.

James possui maior controle do sangue através dos braços e pernas, limitando-se a formas mais simples quando expelido pelo resto do corpo.
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Re: James Harvey King

Mensagem  Gustavo M. em Qui Fev 07, 2013 7:28 pm

Tá certo então!

Pode postar nas aprovadas! =]
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